Educação

Programa Verde é Vida reúne estudantes em gincana sobre meio ambiente em Ituporanga

Reunião pedagógica ocorreu no Parque da Cebola e integrou escolas da região com atividades.

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Programa Verde é Vida reúne estudantes em gincana sobre meio ambiente em Ituporanga Reunião Pedagógica do Verde é Vida conta com gincana. Foto: Berta Thiesen / Sintonia FM

O programa Verde é Vida, desenvolvido pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), reuniu estudantes, professores e representantes de escolas nesta terça-feira (7), no Parque da Cebola, em Ituporanga.

A reunião pedagógica apresentou as próximas ações do programa e promoveu uma gincana voltada à educação ambiental. Além das atividades recreativas, os participantes passaram por estações que abordaram os principais projetos desenvolvidos nas escolas.

Com 35 anos de atuação, o Verde é Vida trabalha questões ambientais, sociais e econômicas. O programa também incentiva os estudantes a identificar problemas das próprias comunidades e desenvolver alternativas para enfrentá-los.

Programa Verde é Vida completa 35 anos de atuação

Segundo o coordenador operacional do Verde é Vida, Márcio Guimarães, o programa marcou a formação de estudantes e professores ao longo das últimas décadas. “O Verde é Vida, com 35 anos de trajetória, já é marcante na vida de muitos que passaram como alunos e professores por toda a proposta”, afirmou. De acordo com o coordenador, o trabalho não se limita às questões ambientais. As atividades também tratam de aspectos sociais e econômicos presentes na rotina das comunidades escolares.

Além disso, o programa mantém ligação com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, conhecidos como ODS. A proposta da Organização das Nações Unidas foi adaptada para oito objetivos trabalhados pelo Verde é Vida. “Durante essa trajetória de 35 anos, tivemos muitos profissionais que passaram pelo Verde é Vida e carregam uma bagagem de conhecimento que, muitas vezes, os impulsionou na vida profissional”, disse.

Gincana ambiental promove integração entre escolas

A programação realizada em Ituporanga priorizou a participação de crianças e adolescentes. Para isso, a organização dividiu os estudantes em equipes formadas por integrantes de diferentes escolas. A gincana apresentou atividades de integração, brincadeiras e competições relacionadas aos pilares do programa. Conforme Márcio Guimarães, o formato aproxima os temas ambientais da realidade dos estudantes. “É uma forma de eles brincarem, correrem e participarem de tudo aquilo que envolve o dia a dia da criança no seu meio. A gincana vem ao encontro disso”, declarou.

Durante o evento, os participantes também percorreram estações conduzidas pela equipe do Verde é Vida. Os espaços abordaram temas como coleta de sementes, destinação de óleo de cozinha usado, pesquisa científica e organização de grupos ambientais. Dessa forma, a reunião combinou momentos de formação com atividades práticas. O objetivo foi estimular a troca de experiências entre estudantes, professores e representantes dos municípios participantes.

Projetos ambientais continuam durante o ano letivo

As ações do Verde é Vida seguem nas escolas durante todo o ano. Professores, direções e coordenadores escolares acompanham os projetos e orientam os estudantes em cada etapa. Segundo o coordenador operacional, o apoio das secretarias municipais de Educação e das administrações municipais contribui para a continuidade das iniciativas. “As atividades são ininterruptas. Elas acontecem o ano inteiro e têm continuidade durante vários anos”, informou Márcio Guimarães.

Algumas escolas mantêm o mesmo projeto por diferentes períodos letivos. Nesses casos, estudantes e professores aprofundam a pesquisa e buscam soluções para situações identificadas na própria comunidade. “Tem escolas que desenvolvem projetos há vários anos, com uma visão de que aquele trabalho possa sanar uma necessidade ou resolver um problema local”, explicou.

Assim, o Verde é Vida incentiva os estudantes a compreender questões amplas e aplicar o conhecimento no município ou na localidade onde vivem. Conforme o coordenador, a proposta orienta as escolas a “pensar em nível global e tentar resolver em nível local”.

Ouça a reportagem de Berta Thiesen: 

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