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Agro brasileiro será beneficiado com acordo Mercosul União Europeia

Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul analisa na quinta-feira (26) acordo de livre comércio

Agro brasileiro será beneficiado com acordo Mercosul União Europeia Mercosul e União Europeia. Foto: Reprodução / RNA

A representação brasileira no Parlamento do Mercosul analisa na próxima quinta-feira (26) o acordo provisório de livre comércio entre Mercosul e União Europeia. O debate já começou, porém a votação foi adiada após pedido de vista para ampliar a análise do texto.

Depois da aprovação no colegiado, o acordo seguirá para a Câmara dos Deputados, que já sinalizou intenção de dar celeridade à tramitação.

Área de livre comércio entre Mercosul e União Europeia

O tratado cria uma área de livre comércio entre os dois blocos, que juntos reúnem cerca de 720 milhões de pessoas e aproximadamente um quarto do PIB mundial. O texto prevê redução de tarifas de importação e estabelece regras para serviços, investimentos, compras públicas, propriedade intelectual, sustentabilidade e solução de controvérsias.

O deputado federal por Santa Catarina, Valdir Cobalchini, avalia que o impacto será positivo:

Eu não tenho nenhuma dúvida de que é bom para Santa Catarina, que é bom para o Brasil e que é bom para o Mercosul. Estamos tratando de um mercado que tem 720 milhões de pessoas e um quarto do PIB mundial”, afirmou.

Agronegócio deve ampliar mercado externo

Segundo o parlamentar, muitos produtos brasileiros poderão entrar na Europa com impostos próximos de zero. Em contrapartida, mercadorias europeias também terão redução de tarifas no Brasil:

A análise feita pelo agronegócio nos diz que teremos muitas vantagens em relação, inclusive, à União Europeia. Até por isso, alguns países europeus foram contrários ao acordo”, disse Valdir Cobalchini.

O texto já foi encaminhado à Câmara e conta com relator designado. Além do agronegócio, o acordo inclui capítulo específico para micro, pequenas e médias empresas, com medidas para facilitar o acesso às oportunidades comerciais.

Acompanhe os detalhes com Rita Sardi, da Rede de Notícias Acaert: 

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