O vice-prefeito de Rio do Sul, Garibaldi Antônio Ayroso, emitiu nota oficial nesta sexta-feira (22) após ser citado em entrevistas por um dos alvos da sexta fase da Operação Mensageiro, deflagrada pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) com apoio do GAECO. Ele reafirmou que não é investigado e que os contratos em questão não pertencem ao período em que esteve à frente do Executivo municipal.
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Esclarecimentos do vice-prefeito
Na nota, Ayroso destacou que, durante o mandato como prefeito entre 2013 e 2016, a Prefeitura nunca foi alvo de busca e apreensão e nenhum secretário ou servidor de confiança foi investigado.
Ele frisou ainda que não foi alvo de apurações após deixar o cargo e que os contratos analisados pelo GAECO são todos posteriores à sua gestão.
Os processos citados pela investigação são:
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Concorrência Pública 187/2023 – concessão da coleta de resíduos e limpeza pública
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Pregão 124/2022 – serviço de coleta de lixo e destinação de contêineres
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Pregão 125/2022 – serviço de coleta seletiva de lixo
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Dispensa de licitação 164/2023 – encaminhamento de resíduos da enchente de 2023
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Concorrência Pública 50/2017 – coleta de lixo orgânico e seletivo
“A administração que conduzi entre 2013 e 2016 não teve qualquer relação com os contratos investigados. Todos são posteriores ao meu mandato”, afirmou Ayroso. Ele também declarou: “Não sou e nunca fui investigado na Operação Mensageiro ou em qualquer outra ação relacionada a contratos de coleta de lixo em Rio do Sul.”
Compromisso com a gestão atual
O vice-prefeito encerrou a nota reafirmando seu papel na administração 2025–2028: “Sigo firme no meu propósito, atuando com dedicação, responsabilidade e respeito à nossa cidade. Tenho orgulho do trabalho realizado como prefeito entre 2013 e 2016, sempre pautado pela transparência e pelo compromisso com a população.”
Contexto da Operação Mensageiro
A sexta fase da Operação Mensageiro foi realizada na última terça-feira (19). O GAECO e o GEAC cumpriram três mandados de prisão preventiva e 36 de busca e apreensão em 11 municípios de Santa Catarina, incluindo Rio do Sul.
Na cidade, a ação ocorreu na Prefeitura, em um dos andares do prédio, e também na residência do ex-prefeito José Thomé, que igualmente se manifestou alegando que sua administração não firmou contratos com a empresa investigada, a Serrana Engenharia.
Divulgação/Reprodução