Saúde

Protetor solar é principal aliado na prevenção ao câncer de pele

Manchas, feridas que não saram ou descamações devem ser informadas nos check-ups anuais de saúde.

Protetor solar é principal aliado na prevenção ao câncer de pele Manchas na pele. Foto: Câmara de Fortaleza / Reprodução / COFEN

O câncer de pele é o tipo de câncer mais comum no Brasil. Na região, por conta da alta incidência de pessoas que são descendentes de europeus e tem um tipo de pele mais clara, os cuidados precisam ser reforçados. 

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O médico, clínico-geral do posto da Gabiroba, pós-graduado em psiquiatria, Dr. Johnny Levino Silva Moraes, explica que a progressão pode ser lenta, principalmente em manchas novas que surgem em áreas de exposição solar. “Às vezes pode ter um aspecto descamativo, às vezes pode ser uma ferida que não sara, às vezes também é uma ferida antiga, uma lesão de pele que a pessoa nasceu e que veio mudando de padrão nos últimos anos ou meses”, informa o médico.

O ideal é que, a qualquer alteração percebida, durante o check-up anual, o paciente peça investigar. “Uma avaliação com o clínico-geral pode ajudar e, se necessário, será evoluído para uma dermatoscopia ou até mesmo a retirada da lesão para biopsia”, afirmou. 

 

Protetor solar como prevenção

O protetor solar é o principal aliado contra o câncer de pele, tanto para o sol, quanto para a exposição à lâmpadas com alta incidência de raios UV. 

“Precisa sempre, em todas as idades, em todos os dias. Às vezes a gente tem dias nublados que também necessitam disso. As luzes dos ambientes também podem ter uma quantidade de luz UV que pode ser também um fator de risco para o câncer de pele”, disse dr. Jhonny.

Pessoas com tom de pele mais claro precisam redobrar os cuidados para a prevenção. Além disso, entre outros cuidados estão:

- Ir ao sol com mangas longas;
- Uso de bonés ou chapéus;
- Evitar exposição prolongada entre 9h e 14h.

O médico pode ajudar, especialmente o dermatologista, na escolha do FPS ideal do protetor solar e pode haver variação ao longo do ano também. 

“A maior incidência do câncer de pele está entre pessoas por volta dos 50, 60 anos, então sim, depende de mais tempo de exposição ao sol. A gente também pode durante a vida desenvolver o que a gente chama de lesões solares, que o próprio sol vai causando na pele, geralmente umas lesões mais escuras, mas essas tem um aspecto benigno”, informou o médico.

 

Ouça a reportagem.

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