Geral

Prefeito de Rio do Sul cobra agilidade do IMA para liberar obras contra cheias na região

Durante audiência em Lontras, Manoel Arisoli Pereira alertou que a lentidão do Instituto pode agravar impactos para os municípios do Alto Vale.

Publicidade
Prefeito de Rio do Sul cobra agilidade do IMA para liberar obras contra cheias na região Imagem Ilustrativa / Rio em Rio do Sul. Foto: Reprodução / NSC Total

O prefeito de Rio do Sul, Manoel Arisoli Pereira, cobrou agilidade do Instituto do Meio Ambiente (IMA) durante audiência pública realizada em Lontras na terça-feira (08). Segundo ele, a demora na liberação das licenças ambientais tem impedido o andamento das obras de contenção de cheias entre os dois municípios.

RECEBA NOTÍCIAS DE ITUPORANGA NO WHATSAPP

Embora os trabalhos já estejam em curso em Rio do Sul, a falta de intervenções em Lontras pode agravar a situação de quem vive na região. Para o prefeito, a lentidão burocrática não acompanha a urgência das chuvas que frequentemente atingem o Alto Vale. “A sociedade exige velocidade da estrutura pública para resolver seus problemas”, reforçou.

 

Reunião cancelada atrasou processo em quatro meses

Durante a audiência, Manoel lembrou que uma reunião anterior, marcada há cerca de quatro meses, foi cancelada por dois motivos considerados secundários: a ausência de carro de som e a liberação de comentários em uma transmissão no YouTube. Para ele, detalhes como esses não justificam o atraso.

“Perdemos quatro meses por causa disso, o que compromete um processo que já deveria estar mais avançado”, pontuou. O prefeito enfatizou que, após a liberação do IMA, o próximo passo será pressionar o Estado pelas licitações que vão garantir a continuidade das obras.

 

Resultados positivos já são perceptíveis

Apesar das dificuldades, Manoel destacou que os efeitos das primeiras ações em Rio do Sul já são visíveis. Durante as últimas chuvas, o comportamento do rio foi mais controlado, graças ao bom funcionamento das barragens e à limpeza do leito.

Por outro lado, o prefeito demonstrou preocupação com os efeitos colaterais da obra. Ao acelerar o fluxo em Rio do Sul sem intervenções entre o município e o Salto Pilão, a água pode atingir com mais força áreas de Lontras. “Não queremos apenas resolver um problema local, mas sim mitigar os impactos para toda a região”, concluiu.

 

Ouça a reportagem de Vanessa Montibeller.

Publicidade

Outras Notícias