O prefeito de Ituporanga, Geison Kurtz, negou qualquer favorecimento político em relação a um exame realizado por um servidor público municipal fora da ordem da fila de espera. A polêmica foi levantada por vereadores de oposição durante sessão da Câmara de Vereadores na última segunda-feira (14).
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Segundo o prefeito, o caso envolveu o procurador do município, Hugo Teixeira, e o exame foi autorizado com base em critérios médicos, não políticos. O médico responsável, doutor Léo Muller, teria explicado publicamente em suas redes sociais que, diante da gravidade de determinados quadros clínicos, é comum haver necessidade de priorizar atendimentos em plantões.
O gestor reforçou que a fila por exames é longa e não é causada apenas por falhas locais, mas pela baixa capacidade de atendimento do Estado de Santa Catarina, especialmente em procedimentos que precisam ser realizados em centros maiores como Florianópolis.
Vereador confundiu seminários e gerou polêmica, diz prefeito
Ainda na mesma sessão, um vereador teria feito críticas à administração municipal e colocado em dúvida a transparência de um contrato firmado com o Seminário São Francisco de Assis, onde o município está utilizando os espaços esportivos para aulas e treinamentos.
Geison considerou a acusação “infeliz” e afirmou que o parlamentar confundiu o seminário com outro projeto educacional ligado à educação especial e ao atendimento de autistas. De acordo com o prefeito, o local vem sendo usado para práticas como futebol, tênis de mesa, basquete e futsal.
O contrato tem vigência até o final do ano, com valor mensal de R$ 5.500. O valor global, segundo Geison, foi empenhado de forma antecipada, mas segue pago mensalmente.
Ouça os detalhes com João Sérgio:
Jean Carlos/Rádio Sintonia