A situação de moradores das casas da Cohab em Ituporanga foi tema de debate na Câmara de Vereadores no dia 22 de setembro. O objetivo dos parlamentares é de buscar alternativas para prazos de ordens de despejo que começam a valer no próximo dia 4 de outubro.
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As dívidas de algumas famílias se estendem por anos e já resultaram em processos judiciais. Uma tentativa de negociação para estender os prazos foi feita, porém, decisões já transitadas em julgado, não podem ser alteradas.
Cohab deve encerrar atividades
A Companhia de Habitação do Estado de Santa Catarina está em processo de liquidação desde 2017 e deve encerrar as atividades. O chefe de gabinete, Júlio César Pereira de Souza, lembrou que a entidade atuou em Ituporanga por meio de financiamentos subsidiados. Muitas famílias quitaram os imóveis, mas outras não conseguiram manter os pagamentos.
De acordo com a liquidante da Cohab, Rosilene Eller, a entidade tem o dever legal de cobrar os débitos. “Há fiscalização de órgãos de controle, como o Tribunal de Contas, e por isso precisamos dar andamento às ações”, explicou. Ainda assim, a Cohab mantém um programa de recuperação de crédito. Os moradores podem procurar a companhia para negociar dívidas, inclusive aqueles que adquiriram os imóveis de terceiros.
Atendimento aos moradores
Segundo Júlio César, mesmo em casos com ordens de reintegração, é possível tentar acordo. “Quando há interesse em negociar, a Cohab conversa com o oficial de justiça e segura o mandado até a aprovação”, afirmou.
O atendimento ocorre por telefone, 48 3664-7100, das 9h às 12h e das 13h às 18h. Também, via e-mail pelo [email protected]. Ou ainda por WhatsApp, nos contatos 48 3664-7161 ou 48 3664-7179.
Imagem Ilustrativa / Ituporanga. Foto: Franciel Andrade / Rádio Sintonia