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Livro “TEAcolher” e jogo “Mente Mágica” fortalecem iniciativas voltadas ao Autismo

Atendimentos no litoral, podcast ativo, formação de professores e novos materiais marcaram 2025.

Livro “TEAcolher” e jogo “Mente Mágica” fortalecem iniciativas voltadas ao Autismo Nani e Márcia com livro TEAcolher e jogo Mente Mágica. Foto: Reprodução / CAI no Instagram

Ao longo de 2025, a educadora e especialista em inclusão Marciane Schmitt, conhecida como Nani da CAI, ampliou o alcance de seus projetos voltados ao Transtorno do Espectro Autista (TEA). As ações envolveram atendimentos no litoral catarinense, continuidade do podcast Trilhas da Mente, formações para professores e o lançamento de novos materiais educativos.

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Nova edição do livro TEAcolher

Entre os destaques do ano está a segunda edição do livro “TEAcolher – Acolhendo Famílias, Transformando Vidas”, lançada durante um evento da Associação Brasileira de Psicopedagogia. A obra foi escrita em parceria com a psicóloga Márcia Magnavita.

Segundo Marciane, o novo volume apresenta conteúdos ampliados. “Nesta edição, o livro traz mais dicas testadas e atividades pensadas para que família e escola desenvolvam habilidades essenciais em contextos coletivos”, explicou. A proposta aborda, principalmente, o desenvolvimento social de pessoas com TEA.

 

Formação de professores e assessorias

Além do livro, Marciane e Márcia mantiveram mentorias, assessorias educacionais e formações para professores. As ações foram direcionadas a escolas que buscam estratégias para inclusão no cotidiano escolar.

De acordo com a autora, o trabalho considera a convivência em grupo como parte do processo. “Muitas vezes a criança está no meio, mas não está incluída. O projeto busca trabalhar essas relações sociais”, afirmou.

 

Jogo educativo Mente Mágica

Outro lançamento de 2025 foi o jogo Mente Mágica, desenvolvido pelas duas profissionais. O material tem como objetivo estimular crianças a reconhecer e expressar pensamentos e sentimentos de forma lúdica.

A psicóloga Márcia Magnavita explicou que o jogo nasceu da prática clínica. “Criamos um recurso para ajudar crianças a pensar, falar e refletir sobre o que passa na cabeça delas, sem certo ou errado”, disse. O jogo propõe conversas abertas, sem rótulos, e pode ser usado por famílias e educadores.

 

Continuidade dos projetos

Os projetos seguem ativos e devem ganhar novas etapas no próximo ano. Marciane destacou que os materiais foram desenvolvidos com base em experiências práticas e estudos. “São iniciativas pensadas para apoiar famílias, escolas e profissionais no trabalho com o TEA”, concluiu.

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