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Família busca apoio para tratamento com células-tronco de menina

Eduarda enfrenta doença neurológica rara e família arrecada recursos para protocolo.

Família busca apoio para tratamento com células-tronco de menina Eduarda Klettenberg enfrenta rara doença. Foto: Reprodução / Vakinha Online

Diagnosticada ainda na infância com atrofia cerebelar, a jovem Eduarda Klettenberg enfrenta um tratamento contínuo para reduzir os impactos da doença, que afeta a comunicação do cérebro com o corpo. Natural de Ituporanga, a família reside atualmente em Joinville e mobiliza a comunidade para custear um protocolo experimental com células-tronco, realizado em Curitiba.

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Segundo o pai da menina, o professor universitário Ewerson Valmor Klettenberg, o tratamento não conta com apoio do sistema público e exige recursos elevados. Por isso, a família abriu uma vaquinha on-line e também recebe doações diretas para garantir a continuidade do processo.

 

Diagnóstico e acompanhamento desde a infância

Eduarda recebeu o diagnóstico por volta dos dois anos de idade. Com o avanço da condição, passou a realizar acompanhamentos frequentes com fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia e psicologia. Além disso, foi submetida a cirurgias ortopédicas para reduzir a rigidez muscular.

De acordo com o pai, exames genéticos identificaram uma alteração que explica parte das limitações. “Ela tem uma disfunção genética que acaba desencadeando outras patologias”, explicou Ewerson. Atualmente, a menina tem idade física entre onze e doze anos, enquanto o desenvolvimento cognitivo corresponde a uma faixa etária menor.

 

Tratamento com células-tronco em Curitiba

Após buscar alternativas no exterior, a família encontrou um protocolo de testes no Brasil, realizado na clínica NeuroBrain, em Curitiba. O tratamento prevê três aplicações de células-tronco, sendo que duas já foram realizadas, em novembro e dezembro. A terceira está prevista para fevereiro.

O custo inicial do protocolo era de cerca de noventa e cinco mil reais. Até o momento, a família arrecadou aproximadamente sessenta e oito mil. No entanto, novos procedimentos indicados durante o acompanhamento elevaram o valor total. “Identificamos a necessidade de incluir exossomas e outros suplementos, o que aumentou o custo”, afirmou Ewerson.

 

Mobilização da comunidade e formas de ajudar

Sem auxílio governamental, a família soma recursos próprios às doações da comunidade. A mãe de Eduarda atua como contabilista, enquanto o pai segue lecionando no ensino superior. Para ampliar o alcance, foi criada uma vaquinha virtual em nome da menina e uma conta específica para doações. “Qualquer valor ajuda a manter o tratamento”, disse o pai. As contribuições podem ser feitas pela plataforma de financiamento coletivo ou diretamente em conta aberta no Sicredi. Informações e atualizações também são divulgadas nas redes sociais da família, que seguem mobilizando apoio para garantir a continuidade do tratamento.

???? Pix: CPF 124.072.749-62 – Eduarda Klettenberg
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