Segurança

Polícia indicia dois homens por homicídio e ocultação de cadáver em Taió

Investigação começou após registro de desaparecimento. Laudo afastou hipótese de afogamento e apontou asfixia como causa da morte.

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Polícia indicia dois homens por homicídio e ocultação de cadáver em Taió Polícia Civil de Santa Catarina. Foto: Divulgação / PCSC

A Polícia Civil concluiu o inquérito sobre a morte de um homem em Taió e indiciou dois suspeitos por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. O caso havia sido registrado inicialmente como desaparecimento.

A família comunicou o desaparecimento em 29 de junho. Quatro dias depois, em três de julho, equipes localizaram o corpo às margens do Rio Itajaí do Oeste, próximo à SC-350.

Os investigados estão presos temporariamente. A Polícia Civil pediu à Justiça a conversão das prisões em preventivas.

 

Laudo afastou hipótese de afogamento

Após localizar o corpo, a Delegacia de Polícia de Taió iniciou diligências, ouviu testemunhas e interrogou os suspeitos. A investigação também considerou os laudos elaborados pela Polícia Científica.

Durante os depoimentos, os investigados afirmaram que a vítima havia entrado voluntariamente no rio após um desentendimento. Segundo essa versão, a morte teria ocorrido por afogamento.

No entanto, o exame de necropsia apontou asfixia mecânica como causa da morte. Assim, o resultado afastou a versão apresentada pelos suspeitos.

 

Investigação aponta agressão antes da morte

A Polícia Civil confrontou os depoimentos com as provas testemunhais e periciais. Os elementos reunidos indicam que a vítima sofreu agressões e morreu por asfixia.

Depois, conforme a investigação, os envolvidos lançaram o corpo no rio para tentar ocultar o crime.

Diante das provas, a autoridade policial indiciou os dois homens por homicídio qualificado. A investigação considerou as qualificadoras de motivo fútil e emprego de asfixia.

 

Prisões preventivas estão sob análise

Com a conclusão do inquérito, a Polícia Civil enviou o processo às autoridades responsáveis pelas próximas etapas.

Além disso, a corporação solicitou a conversão das prisões temporárias em preventivas. O Poder Judiciário analisa o pedido após manifestação do Ministério Público.

O indiciamento representa a conclusão da investigação policial. Agora, caberá ao Ministério Público avaliar a apresentação de denúncia à Justiça.

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