A neuromodulação é uma forma de entender melhor a si mesmo por meio do mapeamento de 20 pontos do cérebro. A técnica ocorre por meio de pulsos elétricos, detectados por aparelhos.
Andreia Jasper, profissional da neuromodulação, afirma que começou a se interessar pela área porque era professora e sentia algumas dificuldades em ensinar a todos os alunos. Aos poucos, ela percebeu que as mentes funcionavam de formas diferentes e que haviam novos jeitos de ensinar, adequados a cada perfil.
Em casa, testando as técnicas da própria família, ela logo sentiu melhorias nas questões de sono e foco.
Como funciona a neuromodulação?
O cérebro é moldável e trabalha por frequências. Com os aparelhos da neuromodulação, é possível identificar as ondas delta, beta, alfa e gama, por exemplo.
Por meio de gráficos, é possível visualizar se há excessos ou faltas de algumas ondas. É aí que entram alguns exercícios simples, como contas de matemática, processo de criação de rotina, escuta ativa e relaxamento de olhos fechados.
A partir do resultado do mapeamento, vem então o acompanhamento, que vai estimular o cérebro a desenvolver o que falta e desacelerar o que está sobressalente.
Neuromodulação ajuda, mas não traz diagnóstico
A neuromodulação não oferece diagnóstico como em casos de autismo ou TDAH. O objetivo da técnica é verificar funcionamento cerebral.
No entanto, crianças, adolescentes e adultos que tenham algum SID, podem treinar a mente para que o equilíbrio ocorra.
Entre outros benefícios, está o de evitar ruídos na comunicação de líderes, auxílio na memória e até o entendimento das condições cognitivas de pessoas com mais idade.
Saiba mais sobre a neuromodulação assistindo a reportagem.
Mapeamento de neuromodulação. Foto: Sintonia FM