A Secretaria de Estado da Educação de Santa Catarina tem ampliado ações para fortalecer a inclusão de estudantes com deficiência nas escolas da rede estadual. Entre as medidas está o programa Educação Especial em Movimento, que prevê espaços de acolhimento, suporte pedagógico, materiais específicos e acompanhamento em sala de aula.
Segundo a secretária de Estado da Educação, Luciane Ceretta, a proposta busca melhorar o atendimento aos estudantes da educação especial que necessitam de apoio no ambiente escolar. As ações envolvem desde a organização das unidades até a oferta de recursos para situações específicas do dia a dia.
Rede estadual investe em educação especial
A inclusão de estudantes com deficiência segue como um dos desafios da educação pública. Em Santa Catarina, a rede estadual tem adotado medidas para adequar as escolas e ampliar o suporte aos alunos.
A secretária de Estado da Educação, Luciane Ceretta, afirma que a rede está construindo espaços dentro das escolas para atender estudantes da educação especial. “Para superar parte desses desafios, a rede estadual de Santa Catarina está construindo dentro da escola espaços para o atendimento e educação especial para aqueles estudantes que assim o requerem”, disse.
Segundo professor acompanha estudantes em sala de aula
Além da estrutura física, a rede estadual mantém o segundo professor para acompanhar estudantes da educação especial que precisam desse suporte durante as aulas.
De acordo com a secretária, esse profissional atua junto ao professor regular dentro da sala de aula. O objetivo é garantir acompanhamento mais próximo aos estudantes que necessitam de apoio pedagógico e de adaptação no processo de aprendizagem.
“Nós temos também o segundo professor que acompanha esse estudante da educação especial que requer esse acompanhamento dentro da sala de aula. Nós temos professor regular e temos segundo professor”, afirmou Luciane Ceretta.
Escolas recebem kits para atendimento especializado
Outra ação citada pela Secretaria de Estado da Educação é a organização de kits voltados ao atendimento da educação especial nas 1.038 escolas da rede estadual. Esses materiais devem auxiliar as equipes escolares em diferentes situações.
Entre os itens mencionados estão recursos de proteção auditiva e materiais de acolhimento para estudantes com autismo que necessitam de suporte em determinados momentos. “Um estudante suporte três de autismo, muitas vezes, tem o seu processo dentro da sala de aula que desencadeia nele reações que ele precisa ser estabilizado”, explicou a secretária.
Inclusão exige estrutura e acompanhamento
Para Luciane Ceretta, a escola precisa oferecer condições para receber os estudantes da educação especial de forma completa. No entanto, ela reconhece que o processo ainda exige ajustes e continuidade. “Se nós abrimos as portas da escola para esse estudante, ele tem que ser um espaço inclusivo na sua completude”, afirmou.
A secretária também avaliou que as ações fazem parte de um caminho em construção. “Esse é um caminho que nós estamos construindo, mas que requer ainda muitos passos”, completou.
Confira os detalhes na reportagem de Vanessa Karine, da Rede de Notícias ACAERT:
Educação Inclusiva / Imagem Ilustrativa. Foto: Reprodução / Site Guia de Rodas