Mãe suspeita de matar bebê em Indaial disse à polícia que apenas "chacoalhou a criança"

Menino de um mês foi espancado e morreu na noite da última sexta-feira (23) no Hospital Santo Antônio, em Blumenau.

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A mulher suspeita de ter matado o próprio filho de um mês e seis dias em Indaial, no Médio Vale do Itajaí, contou em depoimento à Polícia Civil que apenas “chacoalhou a criança”. Ela está presa preventivamente desde o último sábado (24), quando os investigadores pediram a prisão preventiva dela por conta das agressões que terminaram na morte do bebê.

Conforme relato da Polícia Militar, o pequeno teve traumatismo craniano e hemorragia interna abdominal, o que motivou o encaminhamento do Hospital Beatriz Ramos, em Indaial, para uma unidade de alta complexidade no Santo Antônio, em Blumenau. Mesmo assim, a criança não resistiu aos graves ferimentos. Isso motivou o pedido de prisão preventiva da suspeita, que está desde o fim de semana na Unidade Prisional Avançada (UPA).

Ainda de acordo com o delegado Romildo Parno, titular de Indaial, o inquérito a respeito do homicídio — que pode ser enquadrado como infanticídio — já foi praticamente concluído pelo delegado Marcos Ito Okuma, responsável pelo caso. Segundo depoimento da própria mãe e de familiares à Polícia Civil, o bebê teria sido fruto de uma gravidez indesejada e chegou a ser encaminhado ao Conselho Tutelar após o nascimento.

Relembre o caso

Um recém-nascido de um mês e seis dias de vida morreu depois de ser espancado na madrugada desta sexta-feira (23) em Indaial. A mãe do pequeno, que ficou em casa enquanto a avó buscava por atendimento médico, é a principal suspeita de ter cometido as agressões, segundo a PM. Ela chegou a ser detida, encaminhada à delegacia da cidade, e agora está presa preventivamente.

O pequeno, conforme informações de pediatras repassadas à polícia, teve lesão no crânio e hemorragia interna abdominal, o que motivou o encaminhamento do bebê a uma unidade de alta complexidade, no Hospital Santo Antônio, em Blumenau. Por volta das 19h de sexta-feira, a PM recebeu a notícia de que o recém-nascido havia morrido em decorrência das agressões.

 

Por Augusto Ittner

Santa / NSC Total

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