PF cumpre mandados em ação contra descaminho de vinhos e contrabando de camarão em SC

Operação é realizada em Palhoça, Dionísio Cerqueira, Guarujá do Sul, Itajaí, Penha, Barracão (PR) e Francisco Beltrão (PR)

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PF cumpre mandados em ação contra descaminho de vinhos e contrabando de camarão em SC

Foto: Reprodução

Uma investigação que apura contrabando de camarão e descaminho de vinho resulta no cumprimento de 22 mandados de busca e apreensão na manhã desta terça-feira (9) em cinco municípios de Santa Catarina e em outros dois do Paraná.

De acordo com a Polícia Federal (PF), as buscas estão sendo feitas nas residências dos suspeitos e em depósitos localizados em Palhoça, Dionísio Cerqueira, Guarujá do Sul, Itajaí, Penha, Barracão (PR) e Francisco Beltrão (PR). Duas empresas de pescados, uma em Palhoça e outra em Penha, também são alvo de mandado de busca.

A ação, denominada Operação Lagostino, busca desarticular grupos que atuam na fronteira com a Argentina suspeitos de contrabando de camarão congelado e descaminho de vinhos, conforme a PF.

Cerca de 20 toneladas de camarão avaliadas em R$800 mil, conforme preços praticados na fronteira, foram apreendidas segundo a Polícia Federal. Foram apreendidos também 20 veículos utilizados para o transporte de camarão, entre carreta, caminhões, van e automóveis, totalizando aproximadamente R$ 600 mil reais.

A Receita Federal, a Força Nacional e o Ministério da Agricultura também participam da operação.

Investigação

De acordo com a Polícia Federal, um dos investigados negociava vinhos argentinos e os enviava por meio do Correios e de transportadoras. Ele teria recebido aproximadamente R$ 1,2 milhão em suas contas em um período de 18 meses. Um imóvel e cinco veículos desse suspeito, alguns deles peças de colecionador, foram sequestrados na operação, conforme a PF.

Além dos crimes de contrabando e descaminho, os investigados poderão responder pelos crimes de falsidade ideológica — por inserção de dados falsos em notas fiscais usadas para “esquentar” as cargas —, uso de documentos falsos por conta de notas fiscais “frias”, associação criminosa e favorecimento real, por servir como “olheiro” ou “batedor” de criminosos.

Por NSC Total

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