Chuva de granizo muda a paisagem na localidade de Santa Bárbara em Alfredo Wagner

Temporal foi causado por nuvens Cumulonimbus (CB); entenda o que causa o fenômeno

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Chuva de granizo muda a paisagem na localidade de Santa Bárbara em Alfredo Wagner

Imagem: Reprodução/Captura de vídeo ND

 

Uma chuva de granizo atingiu a localidade de Santa Bárbara no município de Alfredo Wagner na tarde desta sexta-feira (16). 

As pedras caíram por volta 14h. A enorme quantidade modificou a paisagem e transformou uma grande área em uma verdadeiro tapete branco, de gelo. 

A chuva de granizo nesta sexta (16), também atingiu o município de São João Batista, que ainda se recupera da enchente do início do mês de dezembro. 

O granizo também atingiu e causou estragos no município de Guarapuava no Paraná.

O fenômeno foi causado por nuvens Cumulonimbus, também conhecidas pela sigla CB.

Os temporais de granizo ocorrem pelo aquecimento diurno com o avanço de uma massa de ar mais frio a partir do Sul, estimulando o desenvolvimento vertical de nuvens e a formação de áreas de instabilidade isoladas de maior intensidade.

 

O que são nuvens CB?

A Cumulonimbus ou nuvem CB, e responsável por fortes tempestade. Segundo o portal Metsul, é a formação de nebulosidade de grande desenvolvimento a partir da condensação de vapor de água na troposfera inferior que ascende com potentes correntes de ar ascendentes.

Esta nuvem é conhecida por atingir grandes altitudes e apresenta um formato típico de bigorna ou cogumelo. O vapor d´água em um CB, ao ascender se converte em cristais de gelo, como neve e graupel, cuja interação pode levar à formação de granizo e raios.

Uma nuvem Cumulonimbus pode se formar sozinha, em aglomerados ou ao longo de linhas de instabilidade. São capazes de gerar muitos raios e outras condições meteorológicas severas perigosas, como tornados, ventos destrutivos e granizo de variado tamanho.

Os topos destas nuvens CB são conhecidos por alcançar grandes altitudes. Normalmente, uma nuvem Cumulonimbus alcança até 12.000 metros ou 39.000 pés, mas podem ocorrer casos mais extremos em que seus topos atingem até mais de 20.000 metros ou 70 mil pés.

 

Por Isabel Caetano/Sintonia FM com informações Metsul e Defesa Civil SC







 

 

 

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