Pelo menos três eleitores são flagrados fazendo fotos ou vídeos da urna no país; um foi em SC

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Pelo menos três eleitores são flagrados fazendo fotos ou vídeos da urna no país; um foi em SC

No Pará, homem acusou fraude em uma urna (Foto: Reprodução / Arquivo pessoal / Arquivo pessoal)

 

Neste domingo (28) de eleições, o país teve pelo menos três ocorrências de eleitores que foram presos tentando registrar o voto na urna eletrônica, o que é considerado uma conduta proibida e configura crime previsto no artigo 312 do Código Eleitoral Brasileiro. Os casos aconteceram no Pará, em Santa Catarina e no Paraná.

Em Florianópolis, um homem foi detido em flagrante quando filmava, com o celular, a sua votação. O fato ocorreu no bairro Rio Vermelho, na Escola Maria Conceição Nunes.

Em outro caso, na cidade de Porto Amazonas, no Paraná, a presidente da seção estranhou a demora de um eleitor de 50 anos, que ficou cerca de 30 minutos na cabine de votação, e chamou a polícia.  Após ser constatado que ele postou uma imagem do voto no Facebook, o homem assinou um termo circunstanciado e foi liberado.

A situação que teve mais repercussão aconteceu em Belém, no Pará. A Justiça Eleitoral decretou a prisão de um eleitor que filmou a urna eletrônica, afirmou que ela estava fraudada e empurrou uma mesária que tentou impedi-lo de registrar o voto. 

Nas imagens, que viralizaram nas redes sociais, é possível ver a tela da urna mostrando a opção de voto para governador, o número 17 e a mensagem de "voto nulo". Isso ocorre porque, no Pará, não há candidato para governador com o número 17. 

A supervisora da mesa alertou o eleitor de que é proibido registrar o voto e foi empurrada. A Polícia Militar foi acionada, mas o homem se apresentou como PM da reserva e não foi preso por motivos hierárquicos, segundo o Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA).

A juíza da 97ª Zona Eleitoral, Ana Patrícia Mendes, determinou a busca do eleitor para que ele seja autuado em flagrante. O TRE informou ainda que, caso a prisão não seja realizada em 24 horas, um inquérito será instaurado.

 

Por GaúchaZH

Diário Catarinense

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