Pacientes da unidade oncológica do Hospital Regional batem o sino

Patrícia Hasse representou o marido Natalício, que não conseguiu vencer a doença e morreu há 15 dias.

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Pacientes da unidade oncológica do Hospital Regional batem o sino

Patrícia Hasse representou o marido Natalício, que morreu há 15 dias (Foto: Divulgação)

 

A primeira etapa na batalha contra o câncer foi vencida por mais 10 pacientes que realizam sessões de quimioterapia no Hospital Regional Alto Vale de Rio do Sul. Essas pessoas tocaram três vezes o sino da vitória, ação de humanização implantada em setembro de 2018. O momento de emoção foi quando Patrícia Hasse, residente em Ituporanga, bateu o sino no lugar de seu marido Natalício, que não conseguiu vencer a doença e morreu há 15 dias. Até março do ano passado os pacientes da região que necessitavam de quimioterapia tinham que se deslocar para Lages, Blumenau e Florianópolis.

O presidente da Fusavi (Fundação de Saúde do Alto Vale do Itajaí), Giovani Nascimento, observou que só teve caso de câncer na família sabe do sofrimento e a importância de vencer essa etapa inicial. “Todos que aqui chegam têm a vontade de viver e estamos mostrando com esse toque do sino que a primeira fase já passou”. A enfermeira Ágata Valmorbida explicou que mesmo encerrando a etapa não significa que essas pessoas tenham terminado o tratamento. “Ainda terão que continuar fazendo o acompanhamento junto ao seu médico”, acrescentou. A presença é espontânea.

Patrícia Hasse fez questão de participar do ato de bater o sino mesmo que seu marido tenha perdido a batalha contra o câncer. “O Natalício sempre falava que seu desejo era participar deste momento e quando estava prestes a morrer pediu novamente”. Já Irineu Visovati, que mora no município de Witmarsum, teve o câncer na bexiga foi curado. “De agora em diante é fazer o acompanhamento recomendado pelo médico”.

Os Grupos de Voluntários do Hospital Regional Alto Vale e o Pedacinhos de Amor fizeram a entrega de almofadas em forma de coração. Elas servem para usar embaixo do braço, como apoio às mulheres que fizeram a retirada da mama. Ajudam a reduzir o inchaço e a dor no local. “Uma iniciativa louvável destes dois grupos”.

 

Por Assessoria de Imprensa

HRAV

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