Alto Vale do Itajaí permanece em situação gravíssima para a Covid-19, diz monitoramento do governo

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Alto Vale do Itajaí permanece em situação gravíssima para a Covid-19, diz monitoramento do governo

Mapa: Design NSC Fonte: Secretaria de Estado da Saúde de SC / Reprodução

O número de regiões de Santa Catarina em risco gravíssimo para Covid-19 caiu de nove para cinco, de acordo com o mapa de monitoramento do Centro de Operações de Emergência em Saúde (Coes), da Secretaria de Estado da Saúde. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (26). Outras 11 áreas são consideradas em situação grave. O monitoramento é realizado semanalmente pelo governo estadual.

A partir da classificação de cada região no mapa de risco, recomendações são sugeridas pelo governo aos gestores locais. Na terça-feira (25), a Justiça determinou que o estado altere a portaria que enumera as ações de prevenção, e deu prazo de 72 horas para que sejam definidas as medidas de saúde a serem tomadas, observando a coordenação e execução de políticas públicas regionais.

Atualmente, estão em situação gravíssima para a doença as regiões Nordeste, Alto Vale do Itajaí, Meio Oeste, Carbonífera e Extremo-Sul catarinense. Em relação ao levantamento anterior, passaram de risco gravíssimo para grave as regiões do Foz do Rio Itajaí, Serra catarinense, Alto Vale Rio do Peixe, regional de Xanxerê e Oeste. Já no Extremo-Sul Catarinense, a situação passou de grave para gravíssima.

Nesta terça-feira, Santa Catarina chegou a 135.690 casos confirmados do novo coronavírus, incluindo 2.116 mortes causadas pela doença, e 71,89% de ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na rede pública.

A escala é dividida em nível moderado, alto, grave ou gravíssimo. O acompanhamento é feito a partir de dados regionais e aponta o risco potencial em relação ao coronavírus de cada uma das 16 regiões de Saúde do estado.

Os níveis de risco são calculados a partir da combinação de quatro fatores: isolamento social, investigação, testagem e isolamento de casos, reorganização de fluxos assistenciais e ampliação de leitos.

 

Por Karollayne Rosa, G1 SC e NSC TV

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