Delegado afirma que homem após matar e esquartejar mulher deixou partes do corpo em Ituporanga, Aurora e Chapadão do Lageado

A reconstituição do crime ocorreu durante a noite de segunda e madrugada de terça-feira.

Delegado afirma que homem após matar e esquartejar mulher deixou partes do corpo em Ituporanga, Aurora e Chapadão do Lageado

Neomar da Rosa, conhecida como Mary Rosa (Foto: Facebook Mary Rosa/Reprodução)

Delegado afirma que homem após matar e esquartejar mulher deixou partes do corpo em Ituporanga, Aurora e Chapadão do Lageado. A reconstituição do crime ocorreu durante a noite de segunda e madrugada de terça-feira.

O repórter Josué Eger conversou com o delegado da Polícia Civil Bruno Reis que relatou como a ação ocorreu.

 

Entenda o caso

Alexandre Backes de 33 anos foi preso nesta segunda-feira (28) suspeito de matar e esquartejar a companheira Neomar da Rosa, conhecida como Mary Rosa de 25 anos. O corpo da vítima foi localizado por dois trabalhadores na Barragem Sul em Ituporanga, na última sexta-feira (25). Eles faziam uma vistoria na área que segura os entulhos quando avistaram o corpo e acionaram a Polícia Militar.

Apesar do avançado estado de decomposição, a mulher tinha uma tatuagem, que segundo a Polícia Civil contribuiu para que a família fizesse o reconhecimento da vítima. Ela era natural de Blumenau e estava morando há quatro meses com o companheiro em Ituporanga.

Na noite desta segunda-feira os policiais fizeram diligências com o suspeito na busca de partes do corpo da vítima, que teriam sido espalhadas por no mínimo duas cidades. O responsável pelo caso, o delegado Bruno Augusto Reis, em entrevista ao repórter Josué Eger, disse que segundo a investigação o assassinato teria ocorrido no dia 20 de janeiro na casa do casal, no bairro Gabiroba.

Ainda de acordo com o delegado, o crime teria sido cometido após uma discussão na sala da residência do casal. O suspeito teria utilizado um martelo para matar a mulher. Depois, com uma faca ele teria esquartejado a vítima para tentar encobrir a morte e ocultar o cadáver.

– Em depoimento o suspeito confessou que a relação era conturbada. Eles teriam ido a uma festa e brigado, o suspeito voltou pra casa e a mulher ficou. Quando a jovem voltou pra casa eles voltaram a discutir e o suspeito teria atingido a vítima com três marteladas na cabeça, causando a morte da mulher – relata o delegado Bruno Augusto Reis.

Reis diz que o crime foi enquadrado como feminicídio qualificado por motivo torpe e impossibilidade de defesa da vítima, além de ocultação de cadáver.

 

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