3 em cada 4 catarinenses são favoráveis ao passaporte da vacina, mostra pesquisa

A amostra pode ser pequena, mas é um bom indício de que a medida sanitária é bem aceita por uma maioria alheia à gritaria ideológica das redes sociais

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3 em cada 4 catarinenses são favoráveis ao passaporte da vacina, mostra pesquisa

Banco de imagens/Google

 

Praticamente três em cada quatro consumidores catarinenses são favoráveis ao passaporte da vacina, segundo pesquisa feita pela Fecomércio-SC. A ideia de exigir comprovante de imunização contra a Covid-19 para acesso a alguns tipos de atividades é respaldada por 73,4% das 319 pessoas ouvidas pela entidade entre os dias 13 e 26 de outubro nas cidades de Blumenau, Chapecó, Criciúma, Florianópolis, Joinville, Lages e Itajaí.

A amostra pode ser pequena, mas é um bom indício de que a medida sanitária é bem aceita por uma maioria alheia à gritaria ideológica das redes sociais. Salvo por orientação médica contrária, recusar a agulhada no braço é patrocinar um negacionismo que, como o levantamento sugere, é minoritário, embora barulhento.

Os entrevistados puderam justificar as respostas em uma questão aberta. Para 37,1% dos consultados, o principal motivo para aderir à vacinação é a segurança da família e da população. Outros 15,5% avaliaram que todos devem se vacinar e 13,4% apontaram a prevenção como melhor razão.

Entre os 20,7% dos entrevistados que se disseram contra a vacina, 20,7% alegaram que a proteção deve ser uma escolha individual – uma posição que vai na contramão do que é pregado por cientistas e especialistas, que reforçam que a vacinação é uma estratégia coletiva porque ajuda a proteger a própria pessoa e os outros.

Ainda houve quem alegasse constrangimento (19,7%), justificasse que não é necessário (10,6%) e que a obrigação fere o direito de ir e vir (6,1%).

Além disso, o levantamento da Fecomércio-SC revelou que 95% dos consumidores pretendem manter cuidados e hábitos adquiridos com a pandemia, como carregar álcool em gel e higienizar constantemente as mãos, ambos os pontos relatados por 68,6% dos entrevistados.

 

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