Espírito de liderança é o legado deixado por Genésio Ayres Marchetti, afirma presidente da FIESC

Empresário e político faleceu neste sábado, aos 82 anos, em São Paulo, vítima da Covid-19.

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Espírito de liderança é o legado deixado por Genésio Ayres Marchetti, afirma presidente da FIESC

Foto: Genésio Ayres Marchetti / Divulgação

Uma liderança exemplar, um empresário visionário e preocupado com o desenvolvimento pleno de toda a sua comunidade. Este é, na opinião do presidente da FIESC, Mario Cezar de Aguiar, o principal legado deixado pelo industrial Genésio Ayres Marchetti, que faleceu, aos 82 anos, neste sábado, no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, vítima da Covid-19. Suplente de senador, Marchetti presidia o Conselho de Administração da Manoel Marchetti S.A. e a Rede Vale Norte de Comunicação, em Ibirama. Em 2015, se tornou comendador da Ordem do Mérito Industrial de Santa Catarina, o principal reconhecimento da indústria catarinense, conferido pela FIESC a personalidades que contribuem com o desenvolvimento do setor.

No vídeo utilizado no ato de sua homenagem, Marchetti relatou a história de sua vida empresarial, seguindo os passos do pai, Manoel Marchetti. “Ele era pequeno empresário do ramo madeireiro e eu era um jovem estudante. De pronto eu respondi que aceitaria o desafio de vir trabalhar e continuar a empresa que ele fundou. Foi oi início da nossa vida. Nunca me arrependi de ter vindo para cá e ter substituído meu pai na empresa”, afirmou. No vídeo, o industrial ainda destaca que nunca esqueceu a lição que recebeu e a transmitiu aos filhos. Também se disse apreciador de todos os esportes e defendeu que os jovens pratiquem esportes, para que não se ocupem de coisas negativas.

Genésio assumiu o comando da Manoel Marchetti S.A. em 1974. Fundada em 1956, atualmente a empresa congrega 700 funcionários, em cinco unidades – duas em Ibirama e as demais em Lages (SC), Juruena (MT) e Sorocaba (SP). Possui área coberta total com mais de 55.000 m² e capacidade para processar cerca de 10.000 m³ de madeira por mês. 

O vice-presidente da FIESC para o Alto Vale do Itajaí, André Armin Odebrecht, também lamentou a morte de Marchetti. “Foi um empresário com a o DNA da indústria catarinense, preocupado com o desenvolvimento, a inovação, o social e a estrutura de sustentação do negócio como um todo. Um grande exemplo de cidadão e de empresário de sucesso”, afirmou Odebrecht.

Marchetti também foi conselheiro da FIESC e vinha presidindo o Sindicato das Indústrias da Construção e do Mobiliário (Sinduscon) de Ibirama. Ele também teve atuação política destacada. Foi prefeito de Ibirama por dois mandatos, de 2001 a 2005 e de 2005 a 2009. De 2011 e 2012 chefiou a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Regional em Ibirama. Até seu falecimento, era segundo suplente de Senador pelo Estado de Santa Catarina. Além da Ordem do Mérito Industrial de Santa Catarina, recebeu outros reconhecimentos, entre os quais a Medalha de Mérito Carl Hoepcke (conferida pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina), o Prêmio Fritz Muller e o Prêmio Expressão.

Na juventude foi jogador de futebol, atuando em equipes dos três estados do Sul. Fundou, presidiu e foi grande entusiasta do Clube Atlético Hermann Aichinger.

Nascido em 30 de março de 1938, na cidade de Rodeio, Marcetti era casado com Maira Dopke Marchetti, tinha cinco filhos e oito netos.

 

Por Assessoria de Imprensa

Vice-presidência da FIESC para o Alto Vale do Itajaí

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