Número de pontos próprios para banho aumenta em Santa Catarina

Número de pontos próprios para banho aumenta em Santa Catarina

Foto: Germano Rorato / Especial

 

O Instituto de Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA), órgão que substitui a Fatma, emitiu nesta sexta-feira, 2, o 12º relatório das condições das praias catarinenses. De acordo com o documento, dos 215 pontos analisados, 148 (68,8%) estão próprios para banho. As coletas foram realizadas entre os dias 26 de fevereiro e 2 de março. O relatório completo pode ser acessado no www.fatma.sc.gov.br ou no aplicativo Praias SC, disponível para Android.

Em Florianópolis, dos 75 pontos analisados, 50 (66,7%) estão próprios para banho. No restante do Litoral, 98 (70%) estão próprios para banho. “Em relação ao relatório anterior, seis pontos passaram para a condição de impróprio e 19 para próprio.

Como a balneabilidade é feita 

Para dizer se um ponto é próprio ou impróprio para banho, o IMA analisa a presença da bactéria Escherichia Coli, encontrada em fezes de animais e humanos. São necessárias cinco coletas consecutivas para se obter o resultado. “Começamos a colher as amostras para o início da temporada em 6 de novembro. Quando em 80% das análises a quantidade da bactéria é inferior a 800 por 100 mililitros, o ponto é considerado próprio”, explica Marlon Daniel da Silva, responsável técnico pelo laboratório do IMA. Além da estrutura da Fundação, outros dois laboratórios parceiros contribuem para as análises.

Os pontos analisados são nos municípios Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Balneário Gaivota, Balneário Camboriú, Balneário Piçarras, Balneário Rincão, Barra Velha, Biguaçú, Bombinhas, Florianópolis, Garopaba, Governador. Celso Ramos, Imbituba, Itajaí, Itapema, Itapoá, Jaguaruna, Joinville, Laguna, Navegantes, Palhoça, Passo de Torres, Penha, Porto Belo e São José.

Na internet

Durante a temporada de verão, a Fatma realiza as análises semanalmente. Assim que os resultados são cadastrados no sistema, o site e o aplicativo são atualizados automaticamente. “Indicamos que se observe o histórico do local. Se, na maior parte do tempo está próprio, a chance de estar contaminado é menor que um local que apresenta um histórico de impropriedade”, explica o gerente de Pesquisa e Análise Ambiental, Oscar João Vasquez Filho.

 

Por Fundação do Meio Ambiente (Fatma)

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