Comissão de Política Agrícola da Fetaesc visita empresas de Tabaco no Alto Vale

O objetivo da visita técnica é verificar a comercialização do produto em Santa Catarina.

Comissão de Política Agrícola da Fetaesc visita empresas de Tabaco no Alto Vale

Foto: Divulgação

 

A Comissão de Política Agrícola da Fetaesc está atenta com relação a comercialização de fumo da safra 2017/2018. Para fazer uma analise e verificar a qualidade e a comercialização do produto em Santa Catarina, nesta segunda quinzena de fevereiro  realizou visita as empresas fumageiras do Estado e também aqui no Alto Vale.

Na terça-feira (27), o vice-presidente da Fetaesc, Adriano da Cunha, e o assessor de Política Agrícola da Federação, Irineu Berezanski, visitaram quatro unidades compradoras do Sul do Estado.

De acordo com o vice-presidente da Fetaesc, Adriano da Cunha, a qualidade do fumo da Região Sul é superior ao fumo da safra passada. “O mercado está aquecido, as indústrias estão em busca desse tabaco e os agricultores estão aguardando o melhor momento para fazer a venda do produto”, explica Adriano da Cunha.

Aqui no Alto Vale, na semana passada a visita ocorreu em empresas de Tabaco dos municípios de Ituporanga, Rio do Sul, Blumenau e Lontras. Segundo a Comissão, a comercialização do Vale do Itajaí está regular, mas, em geral, a safra de 2017/2018 está melhor do que a anterior.

O vice-presidente da Federação Adriano da Cunha ressalta ainda que os pedidos para a próxima safra já estão sendo feitos e há possibilidades de aumento da produtividade diária. “Durante as visitas, observamos que as boas vendas ocorrem quando o fumo é bem classificado pelos produtores. Em alguns locais é possível visualizar uma mistura de classe, o que deprecia o produto na hora da comercialização”, salienta Adriano da Cunha.

Para o assessor de Política Agrícola Irineu Berezanski, a produção de Tabaco precisa de um trabalho em conjunto entre as representações dos produtores, indústrias e técnicos que atendem as propriedades para que haja uma melhor classificação e, consequentemente, melhor qualidade do fumo. “Outro fator que nos chamou atenção é que os produtores não têm mão de obra suficiente para trabalhar com a atividade. Precisamos repensar as tecnologias para melhorar o processo de produção para que o produtor consiga produzir com qualidade e com a mão de obra disponível”, assinala Irineu Berezanski.

Na primeira quinzena do mês de março a Comissão de Política Agrícola visitará as empresa da região do Planalto Norte.

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